A plataforma Setcom é operada pela Setcom, Lda., com sede em Portugal. Para qualquer questão, contacte suporte@setcom.app.
A Setcom disponibiliza uma plataforma SaaS de gestão para igrejas e comunidades religiosas, incluindo módulos de membros, financeiro, escalas, eventos, stock, cantina e relatórios.
Os planos disponíveis e respectivos preços são:
Os pagamentos são processados de forma segura pela Stripe, Inc. Os preços incluem IVA quando aplicável.
As subscrições renovam automaticamente no início de cada período. Pode cancelar em qualquer momento, sem penalização. O acesso mantém-se activo até ao fim do período já pago. Não são efectuados reembolsos por períodos parciais.
O utilizador compromete-se a usar a plataforma exclusivamente para fins legítimos de gestão eclesiástica. É proibida a utilização para actividades ilegais, difusão de conteúdo ofensivo ou tentativas de acesso não autorizado a sistemas.
O tratamento de dados pessoais é descrito na Política de Privacidade. O utilizador é responsável pelo tratamento dos dados dos seus membros e deve obter os consentimentos necessários.
A Setcom compromete-se a garantir uma disponibilidade mínima de 99,0% mensal, excluindo janelas de manutenção programada, comunicadas com antecedência mínima de 24 horas.
Todos os direitos relativos à plataforma Setcom, incluindo software, design e marca, pertencem à Setcom, Lda. Os dados introduzidos pelo utilizador permanecem propriedade do utilizador.
A Setcom não é responsável por perdas indirectas decorrentes da utilização da plataforma. A responsabilidade máxima da Setcom limita-se ao valor pago nos últimos 3 meses de subscrição.
A Setcom reserva-se o direito de alterar estes termos com notificação prévia de 30 dias por email. A continuação da utilização após esse prazo implica a aceitação dos novos termos.
O suporte técnico é prestado por email em suporte@setcom.app, em dias úteis, com tempo de resposta médio de 24 horas.
A Setcom pode suspender ou encerrar contas que violem estes termos, com notificação prévia excepto em casos de violação grave ou fraude.
Estes termos são regidos pela lei portuguesa. Para resolução de litígios, é competente o Tribunal da Comarca de Lisboa, sem prejuízo de meios alternativos de resolução de conflitos.